Estudo aponta que compradores pagam mais por imóvel com minimercado no condomínio
Por Redação Radar Mercado · publicado em 24/07/2026
Levantamentos citados pela Folha de S.Paulo indicam valorização de imóveis com minimercado e alta de 53% no formato de condomínio em 2024, enquanto supermercados recuaram 10%.
O modelo de minimercado autônomo dentro de condomínios ganhou destaque em duas reportagens publicadas pela Folha de S.Paulo, que tratam tanto do impacto no mercado imobiliário quanto do avanço do formato frente aos supermercados tradicionais.
Imóvel com minimercado passa a valer mais
Segundo estudo citado pela Folha de S.Paulo, compradores de imóveis se dizem dispostos a pagar mais para morar em condomínios que oferecem minimercado entre suas comodidades. O dado sugere que a presença desse tipo de serviço passou a ser considerada um atributo relevante na hora de avaliar um empreendimento residencial.
A disposição de pagar um valor maior indica que a conveniência de ter compras à disposição dentro do próprio prédio — sem necessidade de deslocamento — vem sendo percebida como diferencial pelos moradores. De acordo com o veículo, esse comportamento reforça o papel do minimercado como item que agrega valor ao imóvel.
Formato de condomínio cresce enquanto supermercado recua
Em outra reportagem, a Folha de S.Paulo informa que os mercadinhos de condomínio cresceram 53% em 2024. No mesmo período, segundo o veículo, os supermercados registraram queda de 10%.
Os números apontam para uma movimentação em direção a formatos menores e mais próximos do consumidor, instalados dentro dos próprios espaços residenciais. Esse tipo de operação costuma funcionar em regime de autoatendimento, com o morador realizando a própria compra e o pagamento sem a presença de operadores de caixa.
- Crescimento de 53% nos mercadinhos de condomínio em 2024, conforme a Folha de S.Paulo
- Recuo de 10% nos supermercados no mesmo período, segundo o veículo
- Disposição dos compradores em pagar mais por imóveis com minimercado, de acordo com estudo citado pelo jornal
Panorama do setor
Os dois levantamentos, divulgados pela Folha de S.Paulo, dialogam entre si: enquanto um mostra a valorização imobiliária associada à presença do minimercado, o outro registra a expansão numérica do formato dentro de condomínios em contraste com o desempenho dos supermercados.
O que isso significa para quem opera
Para quem já atua ou pretende entrar no segmento de mercadinhos autônomos e minimercados de condomínio, os dados reportados indicam um ambiente de expansão do formato e reconhecimento da conveniência pelos moradores. A associação entre presença do minimercado e valorização do imóvel pode influenciar tanto a decisão de síndicos e construtoras quanto o planejamento de operadores que buscam novos pontos. Como os números citados vêm de estudos e reportagens externas, cabe a cada operador avaliar as particularidades do próprio mercado local antes de tomar decisões de investimento.
