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Havaianas e franquias: exemplos de autoatendimento em momentos distintos

Por Redação Radar Mercado · publicado em 17/07/2026 · atualizado em 25/10/2026 · 2 min de leitura

A loja Havaianas Go foi apresentada em 2023; a cobertura de franquias em Porto Alegre é de abril de 2026. Releitura histórica distingue os casos, sem tratá-los como lançamentos atuais.

A experiência da Havaianas e a presença de minimercados corporativos em uma feira de franquias ilustram aplicações diferentes do autoatendimento. São episódios de momentos distintos: não se trata de anúncios feitos agora, nem de um levantamento que comprove o ritmo atual de expansão do setor.

Havaianas: um projeto apresentado em 2023

A reportagem do Exclusivo de 28 de julho de 2023 registrou a inauguração da primeira loja autônoma da própria Havaianas, no Parque Villa-Lobos, em São Paulo. O pioneirismo mencionado se refere à marca, não à primeira loja autônoma de todo o varejo mundial.

Na experiência descrita à época, o cliente usava o aplicativo Havaianas Go e um QR Code para acessar a unidade e comprar. A parceria com a Zaitt também consta de publicação da própria empresa de tecnologia, datada de 31 de agosto de 2023. Esses registros documentam o projeto histórico; não confirmam a situação atual da unidade ou uma nova expansão.

Franquias: a cobertura de abril de 2026

O texto de Railson Lima no Jornal do Brás, publicado em 26 de abril e atualizado em 27 de abril de 2026, tratou da Feira da Franquia realizada em Porto Alegre de 24 a 26 daquele mês. O material foi distribuído pela Sala da Notícia.

Entre os exemplos estavam B&B Games, do segmento gamer; Gotrix, de mobilidade elétrica; e 121 Smart Shop, de Joinville, com minimercados dentro de empresas. Segundo a 121 Smart Shop, na ocasião a rede atendia mais de 180 companhias. Esse dado é uma declaração empresarial reproduzida na publicação, não uma contagem independente feita pelo Radar Mercado.

Como interpretar os exemplos

Os casos mostram usos distintos do autoatendimento: uma loja de marca e operações de conveniência corporativa. Não bastam, isoladamente, para medir o crescimento nacional ou assegurar a viabilidade de uma nova unidade. Também não constituem oferta atual de franquia ou promessa de retorno.

Fontes conferidas nesta revisão

Nota de revisão — 25/10/2026: esta matéria foi corrigida para separar as datas dos episódios e evitar apresentá-los como novidades contemporâneas. Foi retirada a afirmação de que as fontes não traziam números, pois o texto do Jornal do Brás inclui dados atribuídos às empresas. A foto genérica de outro minimercado foi removida por não documentar os casos abordados. A URL original foi preservada.

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