Notícia do setor

Minimercados de condomínio consolidam hábito de consumo nascido na pandemia

Por Redação Radar Mercado · publicado em 24/07/2026

Impulsionados pela conveniência durante a quarentena, os minimercados instalados em prédios seguem retendo moradores que se acostumaram a comprar sem sair de casa, segundo reportagem do O Globo.

Os minimercados autônomos instalados em condomínios residenciais, que ganharam força durante o período de isolamento social da pandemia, continuam mantendo a base de clientes conquistada na quarentena. É o que aponta reportagem publicada pelo jornal O Globo.

De acordo com o veículo, a conveniência é o principal fator que sustenta esse modelo de negócio. Moradores que passaram a fazer compras sem sair do prédio durante o auge das restrições sanitárias mantiveram o hábito mesmo após a normalização das atividades.

O que diz a reportagem

Segundo o O Globo, o formato que se popularizou como "febre da pandemia" não perdeu tração com o fim das medidas de restrição. O comportamento adquirido pelos consumidores durante a quarentena teria se consolidado como parte da rotina de compra dentro dos condomínios.

O diferencial destacado pela publicação é a proximidade: ter um ponto de abastecimento no próprio edifício elimina deslocamentos e atende a necessidades imediatas dos moradores, como reposição de itens básicos e compras de última hora.

Como funcionam esses formatos

Os minimercados de condomínio costumam operar em modelo autônomo ou de autoatendimento, características que marcam o setor. Entre os pontos que definem essa categoria de negócio estão:

  • Localização dentro do próprio empreendimento residencial
  • Funcionamento com foco em conveniência e agilidade
  • Atendimento à demanda de moradores por compras rápidas e recorrentes

A permanência dos clientes após a fase mais crítica da pandemia, conforme relatado pela reportagem, sinaliza que a experiência de compra próxima e prática se tornou um critério relevante na decisão do consumidor.

O que isso representa para o setor

Para quem opera ou pretende abrir um mercadinho autônomo, o cenário descrito pelo O Globo reforça um ponto central do modelo: a proximidade com o consumidor final. A retenção de clientes que passaram a comprar dentro do próprio condomínio indica que a conveniência tende a ser um fator determinante para a sustentação desse tipo de operação ao longo do tempo, mesmo em contextos fora de emergências sanitárias. Empreendedores interessados no segmento podem observar nesse comportamento uma referência sobre a importância da localização e da facilidade de acesso na fidelização do público.

#mercado-autonomo#minimercado-de-condominio#autoatendimento#comportamento-do-consumidor
Pensando em comprar ou vender um mercadinho?Ver oportunidadesVender o meu

Leia também

Bauru vê avanço dos minimercados autônomos instalados dentro de condomíniosEstudo aponta que compradores pagam mais por imóvel com minimercado no condomínioMinimercados de condomínio em foco: quanto custa e como funciona o modelo autônomo