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Minimercados em condomínios podem movimentar R$ 35 bilhões no Brasil, aponta levantamento

Por Redação Radar Mercado · publicado em 06/10/2026 · 2 min de leitura

Foto: Radar Mercado
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Segundo o SuperVarejo, o segmento de minimercados autônomos instalados em condomínios tem potencial para gerar R$ 35 bilhões em todo o país.

O segmento de minimercados autônomos instalados em condomínios tem potencial para movimentar cerca de R$ 35 bilhões em todo o Brasil, segundo levantamento divulgado pelo veículo SuperVarejo.

O número reforça a percepção de que o modelo de autoatendimento em áreas comuns de prédios residenciais e comerciais vem ganhando relevância no varejo nacional. Esses espaços funcionam com base na conveniência e na proximidade: os moradores compram produtos do dia a dia sem precisar se deslocar até grandes mercados, utilizando sistemas de pagamento por aplicativos, totens de autoatendimento ou câmeras e sensores que dispensam a presença de funcionários no local.

O que o dado representa

A estimativa citada pelo SuperVarejo aponta para o tamanho potencial do mercado, considerando a capilaridade dos condomínios no país. O formato se apoia em alguns pilares que vêm sendo associados ao crescimento do setor:

  • Conveniência: acesso a itens de consumo imediato dentro do próprio condomínio.
  • Autoatendimento: operação com pouca ou nenhuma mão de obra fixa no ponto de venda.
  • Capilaridade: possibilidade de instalação em diferentes perfis de empreendimentos residenciais.

A cifra de R$ 35 bilhões diz respeito ao potencial do segmento, e não a um faturamento já consolidado. Trata-se de uma projeção que sinaliza o espaço de expansão identificado para o modelo.

Um formato em expansão

Os minimercados de condomínio integram a chamada categoria de varejo autônomo, que tem atraído a atenção de operadores, investidores e fornecedores de tecnologia. A combinação entre baixo custo operacional e demanda por praticidade é apontada como um dos fatores que impulsionam a adoção desse tipo de loja.

O levantamento não detalha prazos para que esse potencial seja atingido, nem a distribuição regional dessa cifra, limitando-se a indicar a magnitude que o segmento pode alcançar em âmbito nacional.

O que isso significa para quem opera ou quer abrir um mercadinho

Para empreendedores que já atuam ou pretendem ingressar no setor, a projeção ajuda a dimensionar o tamanho do mercado endereçável. Números de potencial como esse servem como referência para avaliar oportunidades, planejar investimentos e entender a dinâmica de um formato que se apoia em tecnologia e conveniência. Vale, porém, distinguir potencial de resultado efetivo: a viabilidade de cada operação depende de fatores locais, como perfil do condomínio, mix de produtos e modelo de gestão.

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